Sindicato prepara modernização do seu Estatuto

O mundo passou por diversas alterações na última década. Assembleias virtuais, votações on-line e uso de aplicativos são apenas algumas das mudanças que hoje influenciam a rotina de bancários e bancárias. Tantas novidades, obrigatoriamente, também precisam ser seguidas pelo Sindicato dos Bancários, que há mais de 15 anos não atualiza seu Estatuto.

Há alguns meses, a atual gestão da entidade propôs a modernização do regramento da entidade. A revisão dos atuais 150 artigos gerou inúmeras reuniões e debates entre membros da Diretoria.

“A última alteração havia sido em janeiro de 2008. Muita água passou por debaixo da ponte desde então. Lei Geral de Proteção de Dados, novas tecnologias, novas formas de reunião, votações eletrônicas, home-office, novos termos, novos entendimentos de mundo…”, explica o diretor de Comunicação do Sindicato, Marcio Kolinski.

Em 4 de julho, em duas reuniões virtuais, uma importante etapa do processo de modernização do Estatuto foi concluída: a aprovação do Plenário do Sistema Diretivo do Sindicato.

Entre os próximos passos estão o cumprimento de prazos legais e formulação de editais para convocação da base sindical para votação de aprovação na forma de assembleia geral (a data ainda não está marcada); e dar conhecimento, esclarecimentos e informação aos colegas sobre as alterações.

Abaixo, confira um resumo das principais alterações propostas no Estatuto do Sindicato:

  1. Inclusão, na base sindical, dos municípios Dilermando de Aguiar, Itaara, Ivorá, Jari, Nova Esperança do Sul, Pinhal Grande, Quevedos, São João do Polêsine e São Martinho da Serra.
  2. Modernização dos termos que representam a categoria profissional representada pelo Sindicato.
  3. Adequação à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)
  4. Adequação às formas de reunião virtuais, híbridas ou presenciais.
  5. Adequação às votações virtuais, híbridas ou presenciais. Utilização de aplicativos e meios eletrônicos.
  6. Alteração do tempo de mandato da Diretoria Executiva de três para quatro anos. Justifica-se para ficar em conformidade com as demais instâncias que já contam com mandato de quatro anos.
  7. Alteração do quórum mínimo para validade de assembleia para 40% dos associados ativos.
  8. Garantia da observância da proporcionalidade de gênero onde será exigido que a diretoria executiva conte com diversidade de gênero quanto maior possível desqualificando a chapa que exceder dois terços de representatividade de um único gênero. Na prática é proibido que um gênero, por exemplo masculino, domine a chapa mais que dois terços dos integrantes.

Maiquel Rosauro, Jornalista (MTB/RS 13334)
Assessor de imprensa
Sindicato dos Bancários de Santa Maria e Região

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